Bem-vindo à
Raiz Popular
Todos unidos na luta por um Brasil socialista, popular e periférico!
Quem somos

A Raiz Popular não nasceu do dia pra noite. São anos de experiências e aprendizados, construídos por integrantes de vários movimentos populares e partidos políticos. Todos dedicados à construção de um Brasil socialista, popular e periférico. O ponto de encontro dessas pessoas se deu no PSOL – Partido Socialismo e Liberdade. Em março de 2019, na cidade de São Paulo três coletivos uniram forças: membros do PSOL que procuravam construir ideais mais comprometidos com as lutas da periferia; integrantes da RAiZ – Movimento Cidadanista que em sua dimensão partidária busca pautar políticas Ecossocialistas; e o Coletivo Formiga que atua politicamente na Zona Leste e Zona Norte de São Paulo.

A Raiz Popular acredita e defende que o Partido Socialismo e Liberdade seja cada vez mais um importante instrumento da classe trabalhadora para fazer uma revolução social e socialista no Brasil. Mas esse movimento só poder ter sucesso se construído junto da população. Por isso queremos ser uma ponte para que negros, indígenas pobres, lgbtqi+, estudantes, professores, servidores públicos, mulheres, jovens e trabalhadores se reconheçam na política de uma forma mais direta e cotidiana.

A Raiz Popular não quer e não vai fazer política para a periferia. A Raiz Popular quer e fará política com a periferia. É hora de abandonar os velhos jargões da “esquerda liberal” e da classe média que, por vezes, afastou o povo da política tornando-o coadjuvante de todo o processo do qual ela sempre resistiu.

A Raiz Popular quer protagonistas. Protagonistas que se reivindicam socialistas, populares e periféricos. Protagonistas de uma nova política, onde a periferia seja o centro; onde a nossa direção seja o sul e não o norte; e de onde possam surgir as vozes que vão travar a luta contra o fascismo e o neoliberalismo. 

A Raiz Popular surge enraizada e organizada partidariamente para quebrar as correntes que pesam sobre o povo brasileiro. Queremos ocupar o Brasil de dentro. Ocupar os espaços, tempos e memórias, unindo todos aqueles que se identificam com as nossas lutas. A Raiz Popular é você, eu e nós. Todos unidos na luta por um Brasil socialista, popular e periférico!

A Raiz Popular não nasceu do dia pra noite. São anos de experiências e aprendizados, construídos por integrantes de vários movimentos populares e partidos políticos. Todos dedicados à construção de um Brasil socialista, popular e periférico. O ponto de encontro dessas pessoas se deu no PSOL – Partido Socialismo e Liberdade. Em março de 2019, na cidade de São Paulo três coletivos uniram forças: membros do PSOL que procuravam construir ideais mais comprometidos com as lutas da periferia; integrantes da RAiZ – Movimento Cidadanista que em sua dimensão partidária busca pautar políticas Ecossocialistas; e o Coletivo Formiga que atua politicamente na Zona Leste e Zona Norte de São Paulo.

A Raiz Popular acredita e defende que o Partido Socialismo e Liberdade seja cada vez mais um importante instrumento da classe trabalhadora para fazer uma revolução social e socialista no Brasil. Mas esse movimento só poder ter sucesso se construído junto da população. Por isso queremos ser uma ponte para que negros, indígenas pobres, lgbtqi+, estudantes, professores, servidores públicos, mulheres, jovens e trabalhadores se reconheçam na política de uma forma mais direta e cotidiana.

A Raiz Popular não quer e não vai fazer política para a periferia. A Raiz Popular quer e fará política com a periferia. É hora de abandonar os velhos jargões da “esquerda liberal” e da classe média que, por vezes, afastou o povo da política tornando-o coadjuvante de todo o processo do qual ela sempre resistiu.

A Raiz Popular quer protagonistas. Protagonistas que se reivindicam socialistas, populares e periféricos. Protagonistas de uma nova política, onde a periferia seja o centro; onde a nossa direção seja o sul e não o norte; e de onde possam surgir as vozes que vão travar a luta contra o fascismo e o neoliberalismo. 

A Raiz Popular surge enraizada e organizada partidariamente para quebrar as correntes que pesam sobre o povo brasileiro. Queremos ocupar o Brasil de dentro. Ocupar os espaços, tempos e memórias, unindo todos aqueles que se identificam com as nossas lutas. A Raiz Popular é você, eu e nós. Todos unidos na luta por um Brasil socialista, popular e periférico!

Nota

Prévias internas do PSOL
POR UM PROCESSO SEGURO E NÃO EXCLUDENTE

O Diretório Municipal do PSOL São Paulo aprovou no domingo, dia 12, resolução que considera a situação sanitária da cidade e aprova a realização de prévias presenciais para a escolha da candidatura majoritária nas eleições 2020.

Leia e Assine a tese da Raiz Popular

PELA DEMOCRACIA PARTIDÁRIA

PANDEMIA NÃO JUSTIFICA MENOS DEMOCRACIA INTERNA

  1. O advento inesperado do COVID-19 – além de potencializar a crise institucional, gerar uma brutal queda econômica, aumento do desemprego e crescimento da miserabilidade – mudou todo o calendário congressual do Partido Socialismo e Liberdade – PSOL, como também as discussões sobre as eleições municipais.
  2. O ano de 2020 seria marcado pelo 7o Congresso Nacional do PSOL, que envolveria desde os núcleos e setoriais até o Diretório Nacional, em um processo de avaliação da atividade partidária e seu envolvimento nas lutas populares, potencial eleitoral e a atuação na defesa da democracia e dos direitos sociais.
  3. Em novembro de 2019, o Diretório Municipal de São Paulo aprovou resolução onde definia que “a decisão do nome que representará o PSOL em 2020 ocorrerá democraticamente pela base do partido”, em caso de mais de um pré-candidato(a). E que as plenárias municipais que aconteceriam entre março e abril – em função do 7o CN – teria “efeito de prévias eleitorais”.
  4. Com o adiamento do Congresso do PSOL, resultado da pandemia que atinge todo o país de maneira violenta, é conveniente oferecer à base partidária outras maneiras de participação e deliberação em preparação às eleições de 2020.
  5. Se inscreveram para essa tarefa, três camaradas a altura de representar o PSOL nas eleições municipais: Sâmia Bomfim, Carlos Giannazi e Guilherme Boulos.
  6. Os três nomes postulantes sabiam, antes mesmo de apresentarem a pré-candidatura, que a definição da candidatura do PSOL se daria por meio de prévias internas. Permanecer com essa deliberação é importante, porque embora legítimo, não seria oportuno reduzir a escolha da candidatura municipal ao colegiado do Diretório Municipal. O partido é a totalidade dos filiados, e devemos oportunizar a participação de todxs para a construção de um partido cada vez mais vivo e controlado desde a base.
  7. O município de São Paulo ainda vivencia o pico do contágio do COVID-19 e a abertura irresponsável promovida por Doria e Covas gerará um cenário ainda pior. Deste modo, é extemporâneo grandes eventos de massa, e se faz necessário a utilização dos meios digitais para a realização de uma plenária virtual, para garantir a integridade e segurança dos filiados, principalmente aqueles que estão em grupo de risco.
  8. Considerando que o acesso a internet está longe de ser universal, principalmente nas periferias desse país, é apropriado que o partido ofereça pontos descentralizados de votação presencial, onde se assegure as medidas sanitárias necessárias para que os filiados tenham segurança para exercer seu direito a participação nas prévias.
  9. Apostar em um modelo de prévias somente presencial- enquanto nem há sinais de queda de contaminação – nos assemelha às práticas genocidas da direita que nos governa. Tão como, é excludente eleger apenas a forma virtual para a realização da consulta partidária. Por isso, defendemos que as prévias eleitorais do PSOL aconteçam de forma virtual e presencial, e o filiado possa escolher o formato para participar ativamente da vida interna do partido.
  10. A democracia interna, a participação ativa dos filiados e o respeito a diversidade são raízes do PSOL, e assim seguiremos.
  1. O advento inesperado do COVID-19 – além de potencializar a crise institucional, gerar uma brutal queda econômica, aumento do desemprego e crescimento da miserabilidade – mudou todo o calendário congressual do Partido Socialismo e Liberdade – PSOL, como também as discussões sobre as eleições municipais.
  2. O ano de 2020 seria marcado pelo 7o Congresso Nacional do PSOL, que envolveria desde os núcleos e setoriais até o Diretório Nacional, em um processo de avaliação da atividade partidária e seu envolvimento nas lutas populares, potencial eleitoral e a atuação na defesa da democracia e dos direitos sociais.
  3. Em novembro de 2019, o Diretório Municipal de São Paulo aprovou resolução onde definia que “a decisão do nome que representará o PSOL em 2020 ocorrerá democraticamente pela base do partido”, em caso de mais de um pré-candidato(a). E que as plenárias municipais que aconteceriam entre março e abril – em função do 7o CN – teria “efeito de prévias eleitorais”.
  4. Com o adiamento do Congresso do PSOL, resultado da pandemia que atinge todo o país de maneira violenta, é conveniente oferecer à base partidária outras maneiras de participação e deliberação em preparação às eleições de 2020.
  5. Se inscreveram para essa tarefa, três camaradas a altura de representar o PSOL nas eleições municipais: Sâmia Bomfim, Carlos Giannazi e Guilherme Boulos.
  6. Os três nomes postulantes sabiam, antes mesmo de apresentarem a pré-candidatura, que a definição da candidatura do PSOL se daria por meio de prévias internas. Permanecer com essa deliberação é importante, porque embora legítimo, não seria oportuno reduzir a escolha da candidatura municipal ao colegiado do Diretório Municipal. O partido é a totalidade dos filiados, e devemos oportunizar a participação de todxs para a construção de um partido cada vez mais vivo e controlado desde a base.
  7. O município de São Paulo ainda vivencia o pico do contágio do COVID-19 e a abertura irresponsável promovida por Doria e Covas gerará um cenário ainda pior. Deste modo, é extemporâneo grandes eventos de massa, e se faz necessário a utilização dos meios digitais para a realização de uma plenária virtual, para garantir a integridade e segurança dos filiados, principalmente aqueles que estão em grupo de risco.
  8. Considerando que o acesso a internet está longe de ser universal, principalmente nas periferias desse país, é apropriado que o partido ofereça pontos descentralizados de votação presencial, onde se assegure as medidas sanitárias necessárias para que os filiados tenham segurança para exercer seu direito a participação nas prévias.
  9. Apostar em um modelo de prévias somente presencial- enquanto nem há sinais de queda de contaminação – nos assemelha às práticas genocidas da direita que nos governa. Tão como, é excludente eleger apenas a forma virtual para a realização da consulta partidária. Por isso, defendemos que as prévias eleitorais do PSOL aconteçam de forma virtual e presencial​, e o filiado possa escolher o formato para participar ativamente da vida interna do partido.
  10. A democracia interna, a participação ativa dos filiados e o respeito a diversidade são raízes do PSOL, e assim seguiremos.
 

 

São Paulo, 28 de junho de 2020 RAIZ POPULAR - PSOL

Manifesto da
Raiz Popular

“A teoria sem a prática vira ‘verbalismo’, assim como a prática sem teoria, vira ativismo. No entanto, quando se une a prática com a teoria tem-se a práxis, a ação criadora e modificadora da realidade.”
(Paulo Freire)

O que faz com que as folhas enfrentem os ventos os galhos não temam se vergarem diante das tempestades é a força das raízes.

É o que mantém em pé a luta, os sonhos e a esperança de tempos melhores.

Essa força que traciona as mudanças, fazendo girar as rodas do mundo E é por acreditar no valor inestimável destes milhões de seres humanos, que fazem as cidades acordarem ou adormecerem todos os dias e que merecem e devem ter todo o protagonismo na construção, organização e direção partidária, que surge a Raiz Popular.

Lutamos para que o PSOL se consolide como partido anticapitalista e socialista, sustentado pelas lutas sociais de todas as camadas dos explorados e oprimidos do povo brasileiro. É preciso, portanto, que o partido pulse, cada vez mais, no mesmo ritmo dos corações e mentes daqueles que enchem as ruas, praças, lares e fábricas do nosso país.

Fazer com que nossas bocas, olhos e energia, se voltem, amplamente, para denunciar e combater um sistema que só faz triturar a carne, os sonhos e o futuro dos trabalhadores. E que mostra sua face mais perversa e desumana através do neoliberalismo.

Diante das amarras impostas por um Estado burguês aos partidos, que o PSOL se fortaleça como o espaço onde todas as vozes de uma sociedade plural possam ecoar livremente, oxigenando as fileiras de nossas lutas, e alimentando uma democracia que vem sendo tão atacada e vilipendiada nos últimos tempos. A Raiz Popular Elege o Programa Democrático Popular como princípio orientador de nossas construções políticas efetivas, buscando sempre acompanhar e ser parte integrante da contínua transformação da sociedade e de suas relações com o meio-ambiente e com o trabalho.

Como socialistas, temos o compromisso de lutar contra todo tipo de opressão, hastear, firmemente, a bandeira da liberdade e igualdade, ainda mais num momento onde grupos historicamente oprimidos vêm sofrendo perseguições por se posicionarem contra as profundas injustiças sociais de nosso país. Nas eleições de 2018, constatamos com extrema preocupação, o fenômeno do ressurgimento de um movimento político e ideológico que tantas desgraças e retrocessos causou em várias sociedades do mundo. Um movimento que se valeu de recursos ilícitos e de um discurso raivoso e polarizador para enganar parte da população e chegar ao poder.

Desde então, o que estamos acompanhando é o desmonte dos direitos que a classe trabalhadora conquistou ao longo de muitas décadas. A precarização do trabalho e a usurpação do direito de aposentadoria de milhões e milhões de seres humanos.

Os constantes ataques contra a vida e dignidade humana, surgem como uma estratégia de desumanização dos oprimidos para justificar a retirada de instrumentos que possam dar-lhes uma mínima segurança social. Para enfrentar este cenário, é fundamental que assumamos uma postura combativa, denunciando os retrocessos impostos ao povo trabalhador e organizando, ao lado dos movimentos sociais, saídas que apontem para a construção de um projeto político alternativo que faça frente aos governos Bolsonaro, Dória e Covas. Para combater esses ataques é necessário mais do que nunca que o PSOL seja protagonista no processo de reorganização estratégica da esquerda que se dará na resistência à ofensiva ultraliberal e conservadora e seu poderio político-econômico-midiático.

Companheiros e companheiras, num tempo onde muros se levantam para separar irmãos, que cada gota do nosso suor represente um esforço no sentido de construir pontes. De unir e fortalecer todos aqueles que são explorados por um sistema que se nutre do esforço de cada um de nós. Que lutemos, então, para quebrar as correntes seculares que ainda pesam sobre nossos calcanhares, e que não nos permitem usufruir das riquezas que nós mesmos produzimos. E, por fim, que nossa história seja reescrita, não mais através dos punhos responsáveis pelos velhos Tratados, mas pelas mãos calejadas dos milhões de trabalhadores do nosso país.

Poeta Marcelo Roque 
Autor do Manifesto da RP

O que faz com que as folhas enfrentem os ventos os galhos não temam se vergarem diante das tempestades é a força das raízes.

É o que mantém em pé a luta, os sonhos e a esperança de tempos melhores.

Essa força que traciona as mudanças, fazendo girar as rodas do mundo E é por acreditar no valor inestimável destes milhões de seres humanos, que fazem as cidades acordarem ou adormecerem todos os dias e que merecem e devem ter todo o protagonismo na construção, organização e direção partidária, que surge a Raiz Popular.

Lutamos para que o PSOL se consolide como partido anticapitalista e socialista, sustentado pelas lutas sociais de todas as camadas dos explorados e oprimidos do povo brasileiro. É preciso, portanto, que o partido pulse, cada vez mais, no mesmo ritmo dos corações e mentes daqueles que enchem as ruas, praças, lares e fábricas do nosso país.

Fazer com que nossas bocas, olhos e energia, se voltem, amplamente, para denunciar e combater um sistema que só faz triturar a carne, os sonhos e o futuro dos trabalhadores. E que mostra sua face mais perversa e desumana através do neoliberalismo.

Diante das amarras impostas por um Estado burguês aos partidos, que o PSOL se fortaleça como o espaço onde todas as vozes de uma sociedade plural possam ecoar livremente, oxigenando as fileiras de nossas lutas, e alimentando uma democracia que vem sendo tão atacada e vilipendiada nos últimos tempos. A Raiz Popular Elege o Programa Democrático Popular como princípio orientador de nossas construções políticas efetivas, buscando sempre acompanhar e ser parte integrante da contínua transformação da sociedade e de suas relações com o meio-ambiente e com o trabalho.

Como socialistas, temos o compromisso de lutar contra todo tipo de opressão, hastear, firmemente, a bandeira da liberdade e igualdade, ainda mais num momento onde grupos historicamente oprimidos vêm sofrendo perseguições por se posicionarem contra as profundas injustiças sociais de nosso país. Nas eleições de 2018, constatamos com extrema preocupação, o fenômeno do ressurgimento de um movimento político e ideológico que tantas desgraças e retrocessos causou em várias sociedades do mundo. Um movimento que se valeu de recursos ilícitos e de um discurso raivoso e polarizador para enganar parte da população e chegar ao poder.

Desde então, o que estamos acompanhando é o desmonte dos direitos que a classe trabalhadora conquistou ao longo de muitas décadas. A precarização do trabalho e a usurpação do direito de aposentadoria de milhões e milhões de seres humanos.

Os constantes ataques contra a vida e dignidade humana, surgem como uma estratégia de desumanização dos oprimidos para justificar a retirada de instrumentos que possam dar-lhes uma mínima segurança social. Para enfrentar este cenário, é fundamental que assumamos uma postura combativa, denunciando os retrocessos impostos ao povo trabalhador e organizando, ao lado dos movimentos sociais, saídas que apontem para a construção de um projeto político alternativo que faça frente aos governos Bolsonaro, Dória e Covas. Para combater esses ataques é necessário mais do que nunca que o PSOL seja protagonista no processo de reorganização estratégica da esquerda que se dará na resistência à ofensiva ultraliberal e conservadora e seu poderio político-econômico-midiático.

Companheiros e companheiras, num tempo onde muros se levantam para separar irmãos, que cada gota do nosso suor represente um esforço no sentido de construir pontes. De unir e fortalecer todos aqueles que são explorados por um sistema que se nutre do esforço de cada um de nós. Que lutemos, então, para quebrar as correntes seculares que ainda pesam sobre nossos calcanhares, e que não nos permitem usufruir das riquezas que nós mesmos produzimos. E, por fim, que nossa história seja reescrita, não mais através dos punhos responsáveis pelos velhos Tratados, mas pelas mãos calejadas dos milhões de trabalhadores do nosso país.

Poeta Marcelo Roque 
Autor do Manifesto da RP

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1º Encontro Raiz Popular

Veja como foi o 1º Encontro da Raiz Popular realizado dia 14 de dezembro de 2019!

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Formações

O que é socialismo?

A formação será no dia 20 de julho às 19h

Você sabe o que é socialismo? Se fizer uma busca rápida do verbete no google, aparecem mais de 26 milhões de respostas sobre o assunto. Uma infinidade de links, textos, sites, explicações…

Mas a pergunta continua: Você sabe o que é socialismo?

Para tentar nos ajudar com essa resposta, a Raiz Popular, um coletivo do PSOL, promoverá uma formação sobre o assunto com a docente e militante Marina Gouvêa, do canal Lendo o Capital.

No youtube e instagram, Marina busca de forma didática e divertida apresentar os conceitos do Capital.

Marina Machado Gouvêa é economista e Professora da ESS/UFRJ, Diretora da Sociedade Latino-americana de Economia Política e Pensamento Crítico (SEPLA). Pesquisadora do CLACSO, GT Crise e Economia Mundial e Coordenadora do Grupo de Estudos sobre Teoria Marxista da Dependência (Unila/CNPq).

Faça sua inscrição! As vagas são limitadas. O link de acesso será divulgado no dia da formação. Não perca!